22.5.11

adapte-me





capte-me, it's up to me coração.


[via conor cronin]

15.5.11

sinto muito

não restaram nem mesmo os bons modos:
com licença, por favor, obrigado.

[nem que seja obrigado]

4.5.11

id [da ordem do desejo]



um dia eu quero acordar e sentir, verdadeiramente, que eu não tenho 567.934.876 coisas para fazer.




[já pode estralar todos os dedinhos? eu sempre falo estalar, mas a verdade é que a palavra estralar soa com muito mais graça...]

15.4.11

não sei se


faço pilates [?]

começo uma terapia [?]

contrato um personal trainer [?]

compro roupas [?]

invisto na natação [?]

entro na autoescola [?]


[mens sana ou corpore sano]

12.4.11

e ainda quer confete


adoro elogios. adoro. antes eu não gostava, quer dizer, eu gostava, mas não sabia como lidar com eles. acho que ainda não sei. a verdade é que não sei mesmo, mas ao menos já consigo aceitar o encanto.


agora elogios provocam suspiros, não suspiros visíveis porque ainda não permito o total reconhecimento da minha aceitação. antes era diferente; ouvia um elogio e fugia. escapava e parava em uma condição em que pessoas só sabem retribuir ao que é dito com: "são seus olhos". mas doía - em mim e em quem proferia o elogio, por que tem afirmação mais rebaixadora de argumentos do que: "são seus olhos"?


hoje aceito o elogio, o suspiro, o ar da graça. e é bom, bom mesmo, me conduz à condição em que pessoas ouvem o que há de melhor e esperam por mais. veja bem, ela ainda quer confete.


[mais uma dose, por favor]

6.4.11

these are the songs


são três lugares diferentes. trabalho, trabalho, trabalho.


entre um e o outro, mais ou menos 10 horas por semana me deslocando.

entre um e outro meu mp3 velhinho de paixão para sustentar tanto deslocamento [eu soube que agora não fabricam mais mp3, um arraso sem fim].

entre as 10 horas desta semana que já quase se encerra, adriana me acompanhou e trouxe o micróbio do samba. e de tudo que ouvi, ficou:


e tudo isso um dia vai passar

se deslocar no tempo, esmaecer

deverá desbotar, desimportar

então seu plano para me esquecer... esqueça

e aquele amor aonde quer que esteja

se bulir, vai ver, ainda lateja

e se no fim, no fundo, permaneça

aquele plano para me esquecer, esqueça